Publicado en Chá das Onze

Curvas

Pensou seguir os passos lentos do alento, mas era cedo para uma volta no parque das direções e das remissões.

Continua divertindo o riso e o sorriso nas linhas singelas das expressões.

Felicita quem gira entre curvas molhadas de maresia.

Cobre a lágrima do esforço, que canta o céu escondido pro dia, dia, dia, bom dia!

Brisa leve acompanha o passo e o descompasso do olhar misturado de preocupação e alegrias.

Divirta-se, amor. Faça novos amigos, ande por onde for, pise leve, cresça e volte sempre.

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Pedindo a Lua pra sair mais cedo…

A jangada fria, silêncio do céu estrelado por nuvens carregadas, sem água. Olha o Tempo para não chover… não choverá, meu bem. Fará mais frio. Frio além do frio que o termômetro marca. Compre meias. Usa as meias. Aquece o cordão do coração. As mãos. Os lábios.

Reduza o barulho da mente, do corpo, descansa, olha para si, se escuta, faça autoanálise do espelho.

Aproveita o despertar desprendido e estiloso do dia que chega cedo. Observa a mestria do Sol, das nuvens, dos céus. Seja o mestre e o maestro. Sejamos bons peritos na vida que inicia.

📸Vila Homero Ecard – Arquivo @temflor

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Onde, Amahris?

Pinterest

O namoro acabou.

Lástima, larva, lavoura de sementes e correntes de sabores, espalhados no campo de girassóis, Amahris.

Os girassóis são belos porque mentores zelam por cada semente colhida.

Ah, as sementes…

Fiz poesia e quis, refiz o sorriso e fostes. Atravessou pela partida e nunca mais olhei os olhos de azeitonas.

Verão nem começou e vai o namoro correndo pro outro lado da vida, como pétalas, Amahris, voou.

Esqueceste o cavalo alado ao lado do inverno molhado.?

Choramos também, Amahris.

Nos tornamos secos e frios, como gelos ressecados, estamos.

Como vai voar, Amahris.?

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Bondoso dia.

Café, bolinhos cozidos no forno do barro do quintal de Daniel.

O que Danielzinho faz por essas bandas?



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 | frio na coluna |

Fecha os olhos,

vou te trazer pra perto,
perto de mim, de nós.
Onde os sonhos são possíveis.

Vou te levar pro coração,
pro lado de dentro da emoção,
no ápice da razão.

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