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Deixamos o mundo doente!

Complacentes da displicência; Indecente na presença do docente.

E quem é o líder?

Gratidão ao excelentíssimo!

Foste o peão engajado na futilidade obscura do marketing.

Não, nem de longe é culpado por ser exatamente quem sempre foi.

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📌 o novo normal

Pode parecer tudo velho, nada anormal, e nada espantoso, exceto, para aqueles que tiveram proximidades com o vírus, para os que estão trabalhando em hospitais sucateados e insalubres, para os que não tiveram a opção de isolar-se, para quem foi infectado e sentiu a força do vírus, pra quem perdeu pessoas amadas, pra quem perdeu sua renda, ou pra quem hoje, tá sobrevivendo com a ajuda de outros.

A normalidade é outra, e isso é “o novo normal”, disseram os ambientalistas quando os oceanos voltaram a apresentar a Vida sem as interferências humana.

O novo normal, é o começo do verdadeiro Novo.

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Tempos, difíceis.

A lágrima desce lentamente, escorre em olhos solitários, vazios, oprimidos. Desce como quem vê o desespero crescer no fundo do copo.

No outro lado da calçada, uma massa é batida, sentida, doída, sem fermento, sem ovo, sem açúcar, sendo batido ao pé do fogo, que só vai assar, por ter um velho latão e alguma lenha.

O fogo arde suavemente as pálpebras, e a maçã rosada da bochecha maqueia a dor, a febre e o frio.

A fome não alcança, a esperança não alimenta a alma sofrida, a vida calejada grita em mãos vazias.

São tempos difíceis!

As ruas estão geladas, a garoa constantemente faz sua vítima, que morre calada, em um cala o frio de mais um bendito.

Uma realidade não tão sorrateira quanto aos responsáveis.

Descreva a real causa da morte,
Identifica o corpo,
Reconheça a negligência,
Decifra a frustração,
Multiplica a problemática,
Acrescenta a meritocracia,
Descarta o racismo,
O preconceito,
Retira a isenção,
Coloca altruísmo,
Tira os olhos do umbigo.

O século é contemporâneo, mas, ainda é tempo de indigentes.

Os frívolos continuam aí iludindo nosso povo; a fuzarca pode ser vista facilmente.

E por hora, ninguém tá valendo o voto das lágrimas derramadas nesta nação, não vejo ninguém capaz de olhar para a realidade do país, sem esmagar as minorias, não vejo ninguém disposto a ir, sem interesses maliciosos e-ou maquiavélicos.

A intenção até pode ser boa, mas não é agradável nos céus.

E antes que comecem o discurso de “quem não deve, não teme”, ou isso é “mimimi”, saiba que eu não tenho receio disso, porque infelizmente eu já vivo essa realidade desde muito cedo, mulher nesta sociedade não é vista como rainha, e sim, como um produto para ser consumido, a qualquer custo, é só olhar para qualquer caso de estupro, tem sempre um babaca questionando a mulher.

Como estava dizendo, eu não tenho medo do resultado, do que esses bostas-lixos podem fazer com tanto poder ordenados à eles, ou o que alguém sem grandes experiências, pode deixar de fazer, o que não tenho, é estômago pra ver tanta gente sofrendo depois.

O que não desejo ver, são os nossos, amargando consequências de escolhas erradas.

Não seja instrumento em mãos erradas, use sua inteligência com muita sabedoria. Seja nobre!

Deus, realmente sabe que seu povo não sabe o que faz, nem eu sei, mas como Ele mesmo tem falado, está na hora de arrumar a casa, e pra isso palácios precisam voltar ao barro.

A fogueira tá acesa, o mar está salgado, tem peixe se afogando. Então, Lava-se, mergulha, não se corrompe!

Não podemos desistir, não sem colher todas as tâmaras que alguém plantou lá trás, que tenhamos discernimento e sabedoria para concluir a missão no caminho onde Deus nos plantou, mas se assim não for, que prosperemos no tempo devido e que façamos a diferença para o nosso povo.

Mais Amor, sem favores!

Favores sem precisar vender a alma, ou abater o espírito.

Que Deus continuem nos abençoando!

Aho!

Resistir, pra prosseguir.

O que sua voz cala, seus olhos preconceituosos gritam. Sua mente já julgou conforme seu próprio umbigo!

Você condena!
Torna-se juiz, sendo vítima da sua arrogância.

Devemos buscar mais conhecimentos, mais saber, seja das nossas origens, das nossas raízes e culturas, das antigas tradições e crenças.
Devemos ter coerência interpretativa para inúmeras histórias e relatos.

Já parou pra pensar que sua história pode não ser verdadeira?

Devemos conhecer e compreender os nossos ancestrais, aplicar o saber, fortalecer as buscas. Praticar, devemos fortalecermos-nos;

Resistir!

Não devemos confiar em estereótipos de coisas honrosas e destrutivas, que uma pequena parcela da sociedade manipulou para que muitas decisões existissem.

Nós fomos roubados e humilhados, escravizados e ridiculazidos, e os nossos “irmãos” ao invés de reconhecer essa terrível crueldade, pedir perdão, redimir os erros, nos esmagam ainda mais. Prendendo-nos à fatos que não existem, fazendo-nos acreditar em uma realidade que não existe para um preto, ou para um índio, por exemplo.

Queria ser uma cabloca respeitada, simplesmente por SER, e não por ter um sangue “vermelho” correndo em minhas veias.

Não falta divisão no nosso meio, o que falta é amor.

Só amor cura!

Prossegue.

| mudanças |

Parar dois minutos para tecer um fio com a vizinha requer saber ou contar da vida da outra, mas eu não tenho tempo para isso, não que não me sobra, é que se a vida é luta, não posso perder tempo com esse tipo de conversa.

Preciso ganhar tempo (não perder já é ganhar) com conversas mais úteis.

Nestas investidas dos vizinhos, percebi que os velhinhos (as) são os melhores. Tenho dado mais ouvidos constantemente as velhinhos do distrito, pois, aprende-se muito com eles.

Já rolou dica para o café, ervas para temperar o feijão, aula de como fazer goma pra roupa, como criar galinha na horta, já rolou umas receitas de chás curativos, receita de sabão, rolou sermão, dica de boas leituras… rsrsrs muitos assuntos!

Bom, em 2015 prometi me esforçar mais com os idosos

(NÃO, nunca tive boa didática e bom relacionamento com eles),

Tenho tido bom ânimo, tenho tido boas provas e bons resultados, mas, vizinhos são vizinhos… E de boa, vou tentando outro vizinho.

Mal começo a expressar, e ele interrompe minha sutil pergunta a respeito do corte da árvore. Continuar lendo | mudanças |