shamayim

📸Vila Homero Ecard – @temflor


Quisera transcrever o sentir carimbado na alma, o avesso do começo, a pele que veste o espírito.

Quisera levitar o amor da qual nasce sem solenidades e ousadias corpóreas, sem desejos ou escolhas fúteis em insignificâncias.

Continua leyendo “shamayim”

Epopéia…

Uma epopéia, em notas doces…

A vontade do corpo, sempre é a vontade da mente, contudo ambos, não correspondem a razão.

Nestas linhas de reticências, e desejos, pego-me aos conselhos de Demétrio, que já dizia:

“Descansa, Coração!

Esquece os anos e os amores…”


Arquivo 📸 @temflor

Laborioso sentimento traduzido pela taraxacum.

Vida

A brevidade da vida se resume em não saber que o afago, seria o último.


Cachoeira de Macacu – RJ.

Entender de quem sente muito, compreender muito mais, dos sentires de quem consente.


🎨 Divina Sincronia

Sentir quase nunca é por consentimento.

Quase nunca.


Figueira Centenária – Sana – RJ

“A vida é pra viver e sempre existe a chance de um recomeço. Ah, mais nem sempre é possível manter sua luta e as vezes até ficar em pé, mas conservar a raiz é um ato de resistência…”

Ouvi dizer que ela é do reggae…


Mitakuye Oyasin!

|saudação aos céus|


Seul le Silence est grande.

Le reste est faiblesse.



“Je pense à toi
quand le soleil s’ elève
je pense encore
quant-il finit son tour
et si parfois
dans mon som meil je rêve
c’est au bonheur
je t’ adorer tour jours”

(A. F. Schmidt)



Sede?


🖼🎨 Arte no Pinterest – Conhece o artista?
Por gentileza, envia-me para dar os devidos créditos.

|sonhe |

Sonhei com seu sussurro, com seu grito abafado, com sua cor de limão siciliano.

Acordei cítrica, com perfume de flor de laranjeira, com bafo de jasmim e uísque de madeira.

Fiz café forte, tentando encontrar nas mãos, uma rima pra nossa pele.

Toca todas as notas, retira o si, o sol, dá ré, joga sal.

Não almocei, continuo a dieta. Mas tomei o chá das três. Camomila, sândalo, e óleo de ricino, divino.

Seu corpo, meu jantar.
Corpo quente, suado.
Do avesso, ao meu verso preferido.


@temflor

| smog!|

📸 @temflor

Imersa nas planícies, no escuro, presa no silêncio do meu sentir, ainda molhada do suor, ofegante com os pensamentos, com os sentimentos.

Vozes que deviam ter ecoado num tom próximo do céu. E os juízos, calaram as vontades, que se dissiparam em lágrimas, e secaram no peito.

Molhei o rosto, o corpo, enxarquei a alma. Nem sei se “viu”, ou sentiu, mas, não consigo imaginar a grandeza, desculpa!

É mais um monte de sentimentos do espírito, um monte de “sim e não” que não deviam ecoar, germinar. E agora?

Um “amontoado de sentir” batendo no liquidificador. Jogaria na centrífuga. Devo repartir os pedaços, ou despejo no mar, no rio, em água fluente, certo?

Talvez não seja preciso.

Sinto que estão em processo de fusão, o gelo está sendo aquecido pela fumaça, escorrendo sentimentos. Todas as flores da roda, inclusive as suas, estão respigadas.

Não, não posso. Sou índia cabloca, teimosa, filha da terra, da água, do ar, do fogo, da mãe natureza.

Filha ouvinte do Pai, mas, sim, muitas vezes desobediente, inquieta, por isso, o fogo consome-me, e leva-me para debaixo das pedras quentes, e a alma, parece escorrer, igual barro.

Então vamos…

Vaporiza, faça fumaça com cheiro suave, que emana pro céu. Os sentimentos não podem morrer por sépsis… Transcendendo!

Doce é a luz do Senhor e agradável é aos olhos ver o sol.

Um brinde à vida!

📸@temflor


Vida leve, sem pena, zen.

Vida boa, suada, pautada em nós.

Vida que vai, e que vem, vida que retorna pra nós, quando ela convém.

Vida que destrói, corrói, machuca, vida que renova.

Vida eterna da labuta, vida sofrida, vida guerreira.

Vida que ri, que chora, que apavora.

Vida que menospreza, que some, que dedica.

Vida sincera.

Continua leyendo “Um brinde à vida!”

| nostálgico Antônio|

Dez minutos deitada nas pedras, olhando o cemitério do Casimiro.

Mano sofredor, todo poeta é guerreiro, mas sofre. Vixe.

Morreu novo, enfermo, tuberculoso, deixou o sopro da vida, findou sua poesia, e a mãe morreu de boca vazia.

Triste realidade artística.

O que Casimiro e Assis deviam conversar nas resenhas da boêmia?

Cemitério Casimiro de Abreu @temflor

Continua leyendo “| nostálgico Antônio|”

Vespa

Arquivo @temflor

Mais de setenta semanas
Um pequenino poema
Antiga relação romântica
Verbo presente, continua alérgica

Sua beleza exibida na janela
Admiro sua casa de papel
Contemplo seu voo ligeiro,
E assisto a guerra infinita com as cambacicas.

Com garra, demarca seu território
Que bonita relação social
Beija-flor não tem vez
E a amizade não é casual

Embeleza com maestria
Garante sua água fresca
Cuidando de sua rainha
Mas, segue causando dor e febre

Nada mudou, mas, uma dose de histamínicos!

Lua Fria

image

Arquivo @temflor em 19/07/2016

A Lua do Lobo
A lua cheia de Julho
A Lua da Neve
A Lua do Pequeno Inverno
A Lua Fria


“De acordo com o calendário lunar, esse é o tempo dos ritos de renovação espiritual, de busca pela clareza, de abertura da mente e de meditação no eu mais elevado…

É um momento de pausa, interiorização, reflexão e transmutação…

Quando a vida simplesmente se transforma e nos mostra o melhor caminho a seguir!”


💡Olha para o céu, para a lua.

Os lobos uivam, é tempo de curar. De caçar propósitos.

Fechando ciclos 🙏

Bolinhos de Aniversário

Arquivo @temflor

Hoje disse ao Luís:

[Nada de sobreviver, viva!]

Em tempos difíceis sobreviver é um fato, mas, viver aquilo que se quer é essencial, mesmo que isso seja loucura aos olhos de muitos.

O simples pode ser mais amável e revigorante.

A humildade traz histórias mais guerreiras, valorizadas e felizes.

A vida caminha com equilíbrio e calmaria.

Bora viver nossos sonhos e desejos.


Obs.: Tenho que plantar café, para pagar um café.

Bolinhos de aniversário prontos! Risos

🌱🌱🌱🌱🌱🌱🌱🌱🌱🌱🌱🌱🌱