01 – Poinsétia – Flor do Natal

PoinsétiaEuphorbia pulcherrima (Euphorbiaceae).

O nome científico, significa “a mais alegre”, “a mais bonita”, ou seja, “a mais bonita das eufórbias”, em tradução literal, mas, na simbologia espiritual remete pureza, vivacidade, justiça e inteligência.

Conhecida popularmente como Bico-de-papagaio, Flor-de-são-joão, Flor-do-fogo, Rabo-de-arara, Cardeal, Flor-do-natal, ou Estrela-do-natal.

Origem da Flor
Originada na América Central, por volta de 1825, mais especificamente da região de Taxco del Alarcon, denominada pelos astecas de “cuetlaxochitl“, a planta era vista como símbolo da pureza, associava-se a cor vermelha da poinsettia ao vermelho do sangue e do sofrimento dos sacrifícios.

O povo asteca usava para a produção de tintas na cosmética e tingimento de tecidos, além da seiva na produção de medicamentos para tratamenro de pele e combate a febre. Atualmente, alguns exemplares da planta tem uso como essência floral, ajudando nas dificuldades em expressar emoções.

A Flor Natalina

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Ilumina-nos!

Arquivo @temflor

Perfume da flor invadindo o ser que habita o corpo em luz dourada, azul, prateada.

Luar em noite sagrada, doces cintilações.

A rainha, sagrado ser.

Lua de prata, percorres as trilhas das almas, emana luz nos caminhos.

Acaricia o espirito, afaga dores e com amor seca lágrimas.

Oh, luz que reluz…

Suas flores tem aroma de paz, suas águas tem cheiro de casa.

Gratidão, moça bonita. Graças ao amor conduzido.

Serena nas águas!

Aho! 🌻💙

~ florzinha!

“Você é igual a uma flor,
A flor é bela, você também.

Ela tem brilho interior, você também.
Você precisa colocar esse brilho para fora, porque esse brilho é seu, e ninguém pode tirar.

Ame mais!”


Em 30/07/2018. 📸📝 Caya Cris

| smog!|

📸 @temflor

Imersa nas planícies, no escuro, presa no silêncio do meu sentir, ainda molhada do suor, ofegante com os pensamentos, com os sentimentos.

Vozes que deviam ter ecoado num tom próximo do céu. E os juízos, calaram as vontades, que se dissiparam em lágrimas, e secaram no peito.

Molhei o rosto, o corpo, enxarquei a alma. Nem sei se “viu”, ou sentiu, mas, não consigo imaginar a grandeza, desculpa!

É mais um monte de sentimentos do espírito, um monte de “sim e não” que não deviam ecoar, germinar. E agora?

Um “amontoado de sentir” batendo no liquidificador. Jogaria na centrífuga. Devo repartir os pedaços, ou despejo no mar, no rio, em água fluente, certo?

Talvez não seja preciso.

Sinto que estão em processo de fusão, o gelo está sendo aquecido pela fumaça, escorrendo sentimentos. Todas as flores da roda, inclusive as suas, estão respigadas.

Não, não posso. Sou índia cabloca, teimosa, filha da terra, da água, do ar, do fogo, da mãe natureza.

Filha ouvinte do Pai, mas, sim, muitas vezes desobediente, inquieta, por isso, o fogo consome-me, e leva-me para debaixo das pedras quentes, e a alma, parece escorrer, igual barro.

Então vamos…

Vaporiza, faça fumaça com cheiro suave, que emana pro céu. Os sentimentos não podem morrer por sépsis… Transcendendo!

Doce é a luz do Senhor e agradável é aos olhos ver o sol.

Serás como lírio.

Toda energia concentrada para bons fluídos.

Uma flor germinada é revelada.

E aquele olhar que acompanhou as viagens, trará o sorriso mais encantador, do que o do menino.

Gratidão, por todas as relações. Bênçãos e muito amor nesta passagem.

Serás como lírio.