Publicado en Chá das Onze

O desejo do sábado

Lençóis e flores inspiram mentes e desejos para o dia…

Beijo matinal, luz do sol, barulho dos pássaros, e de algum carro, de algum rádio nutrindo boas notícias.
Cheiro do café… é ele que nos acorda. Exatamente que horas? Cinco, seis… nove? Dormimos, tarde. Antes ou depois do galo da madrugada? Acho que cedo. Ou não dormimos? Estamos acordados aos desejos do dia? Na integridade do Todo, ao êxtase dos caminhos que percorremos? Em estado de paralisia do sono… leve e dormente, dormência, sabe amor.

<

p dir=”auto”>

Sigue leyendo “O desejo do sábado”

Publicado en Chá das Onze

Visões, confins dos céus.

Sinta o perfume da mãe natureza, doce presença, Pai. Observação aguçada, é a brisa da deusa.

Ouça o tambor da mata. Pisada leve, voz serena, o louvor dos pássaros e a poesia sublime das folhas.

Sinta, o cheiro da clorofila invade, cheiro de terra molhada.
Ouça, é o córrego, são as aves alimentando-se.

Um enjoo, uma vertigem repentina, são as certezas, sendo abaladas. Não lute, deixa a mente fluir, deixa o aroma exalar tudo que não lhe cabe mais… deixa o orvalho tocar suas emoções mais profundas.

O que resgatar?

O que remover?

O que trazer pra perto?

Sigue leyendo “Visões, confins dos céus.”

Publicado en Tem Café?

| jogos |

Nem tudo que vivemos é jogo alheio, por vezes, é só você e o próprio ego, num relacionamento sério.


Alguns vão insistir em jogos que nunca existiram de fato. Outros, vão jogar tão intensamente que vão exigir o troféu que não foi prometido.

Talvez, em algum momento da vida, tu venhas se perguntar porque aceitou joguinhos destrutivos, e-ou porque permitiu-se envolver em jogadas que não representam seu caráter, sua fé, seus princípios.

Há um momento previsto para todos os questionamentos.

Sigue leyendo “| jogos |”