Abarcados

Ali, parados, silenciados… A vida abarca o tempo, desfaz versos, limpa as brumas dos dias cinzentos e traz a maestria do rei. Quintal, visitas da casa. Um albatroz, dois, três, a família inteira olhando, observando o esmorecer do Ser, que está mortificado num canto de pedras. É um corpo de carne apodrecendo na sala doContinúa leyendo “Abarcados”

J’adoube

Ainda que sejas rei, a coroa não é só sua. Teço o fio junto ao frio na beira do rio, as seis da noite, em uma tarde iluminada. Passarinho, canta a canção da esperança, pro seu ninho. Na beira do barco, a família descansa. Em nuvens densas, sem ilusórias, escreva a prece dessa história. EmContinúa leyendo “J’adoube”