Publicado en Poetisa

A alma

Não me pergunte mais, 1906 de Lawrence Alma Tadema

Escritos em cem textos

Nenhum cabe na nudez

A alma que reside despida

O corpo furtivo em burca

Estão nus, desvelados

Sem caftan, sem talit

Sem sutiãs e caleçons

Sem brincos perolados

Sem os chassidins, sem véus

Sem adornos insignificantes

A alma desnuda em luz

E no reluzente dizima

Mais dois mil textos minuciados

Dois, três calados, silenciados

Não cabem o nu pintado nos olhos

Não concebe a cintilante da alma

Nem o moralismo serafico

Nem espíritos que locucionam

Só a compaixão amorosa aforria

A alma do corpo

Livre!

Publicado en Tem Café?

Supremacia Divina

Deus, inteligência suprema, depois, amor.

É inteligente permanecer onde houver amor e alegria. Onde há fé.



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Publicado en Poetisa

Domingo…

Receba, os beijos.

  • Tô devolvendo os três.


Lábios, beijando o coração, a mente e o intelecto, em volúpia satisfação.

Toque leve, no semblante, esse, lindo e tímido, por vezes, desconfiado.

Em tempos ensolarados, dois beijos, na altivez do soberano Sol.

Que estação estamos, final de verão?

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