Café Mofado

Ouço a televisão aprisionada na sala de estar. E estamos. Estamos trancafiadas uma na outra. Que tédio! Estou estupidamente agarrada aos estimulos desinteressados e descontentes destes tempos da vida. Tenho listas pendentes, e-mails não respondidos e encaminhados para a lixeira, leituras nulas, bilhetes suspensos, estudos nos arquivos, documentos ausentes, habilitações nunca retiradas e tão estacionadas,Continúa leyendo “Café Mofado”

Gentileza

Olhares cegos, seres surdos e mudos, que por preferência, não enxergam. Olhos fechados, aumento descontrolado de pessoas, sufocando, agonizando, ofegando por um instante de ar, de vida, de capacidade… sobrevivendo em misérias. Perceba, veja os hipócritas… Observa os outros. As tristezas escorrem nos olhos, na dor e no desprazer… é um ócio estacionado, outro ódioContinúa leyendo “Gentileza”

Duas colunas!

“A sabedoria já edificou a sua casa, já lavrou as suas sete colunas.” Provérbios 9:1 O hoje é divisor de águas; entre o ontem e o amanhã – o estar. Há colunas. Mesmo sem o concreto que traz segurança e conforto. Eu sei; elas estão içadas. Tem uma coluna atolada na terra, erguida com madeiraContinúa leyendo “Duas colunas!”

O Jumento Palanqueado

• desisti dos ramos faz tempo. O jumento teve “a sorte” de Jesus ter montado nele. Todos aqueles ramos de oliveiras e louvores aos céus, devem ter feito o jumento ao menos uma vez na vida, sentir-se confiante ao entrar numa cidade onde possivelmente o desprezavam. Jumento que ninguém consegue montar, não há de terContinúa leyendo “O Jumento Palanqueado”

A Vida é Artesanato

Um ponto, uma linha, um fio, uma costura, uma colagem, um risco, um paquimetro, um esquadro, um eixo, uma pedra polida, uma ferramenta afiada, uma madeira, uma invensão fabricada, assim é a vida, um eterno trabalho artesanal. “Coloque um pouco de poesia na sua vida, faça artesanato!” Denise Campos Todos por natureza são artesãos. OContinúa leyendo “A Vida é Artesanato”

Os milhares de Josés

Quando conheci o paciente do corredor da esquerda. “Ninguém espera sejamos remédio a toda angústia e rio a toda sede, entretanto, à frente da sombra e da secura que atormentam os homens, cada um de nós pode ser a consolação do raio de luz e a bênção do copo d’água.” Emmanuel 👀 [Pode despertar gatilhos]Continúa leyendo “Os milhares de Josés”

Segunda-feira, de carnaval.

As ruas estão vazias, os centros em silêncios estranhos, e os bares com copos cheios e mesas sobrando cadeiras. Alguns turistas, os de sempre, são vistos nas praias e em alguma farmácia, Friburguenses, Mineiros, Argentinos, esses, já não são mais turistas, moram, trabalham, casam e choram não ter o calor de outros tempos. Bom dia.Continúa leyendo “Segunda-feira, de carnaval.”