Publicado en Tem Café?

A boa razão das coisas?

Bom dia… Erva-mate?

📸 @temflor

“É preciso entrar em estado de árvore. É preciso entrar em estado de palavra.” Manoel de Barros

Palavra?

O ser humano na transformação ilusória do Dragão sábio e astuto, em uma Libélula? Uma Raposa que se camufla, e esconde os rastros com folhas de samambaias, afim de proteger quem? A matilha? A vida. Estratégia que rouba a alma.

Pedra da roda que queima a fumaça de luz curativa do cachimbo de fogo. Ore. Medita. Equilibra, o masculino e o feminino que há em todos nós. Desata os nós. O universo agradece.

@manoelismos

Eu cometi um erro ao abrir o oráculo. E o oráculo funciona como o “estado de árvore”, com ou sem o torpor do lagarto, fará decomposição para poder transmutar em si.

O ser está para servir, seja, como galho para os macacos, ou como alimento para pássaros. E não há raposas no galinheiro. A árvore, serve tanto a Libélula, quanto a Raposa. Serve ao Falcão e ao Coelho. E todos, pertencem a Natureza da vida.

@manoelismos

E Manoel sabia que para enxergar as coisas sem feitio, era preciso não saber nada. Eu queria não saber nada. E se nada soubesse, seria livre de clareza? Ainda, saberia. Saber é bom. Não saber, é melhor. Mas, mais do que isso, saber é preciso.

A Libélula traz um vacilante pretérito, nos remete as ilusões de outrora, nos acorda pras de agora. Já a Raposa nos faz sair da toca, com cuidados, com passos zelosos, e sem precisar caminhar pro galinheiro.

Não se camuflam além. E nem se iludam. Nem tudo são flores. Nem tudo é ouro. Tem vez, que até é, mas, o que tem por baixo, já tá podre. Igual “dente de ouro” depois de alguns anos. Vale mais um sorriso simples, do que o ouro carregado de dor e sangue. Contudo, o dente, de toda forma, ainda irá brilhar. Mas, vale o investimento? Vale.

Confia na força e nas palavras. No estado de árvore, que serve, por quanto necessário for, mas que não esquece dos caminhos percorridos na mata, e sabe que, quando o tempo de maturação chegar, precisará transcender e voar nos céus imprevisíveis, acima das copas, nas montanhas desconhecidas, e não com a beleza e a sorte da Libélula, mas, na prudência e na visão da Águia.

Não há boa razão nas muitas coisas que fazem. Não há sorte. Nem erros. Nem diferenças. Nem consciências. Há caminhos. Muitos caminhos. Ore!

Abençoa tuas ferramentas de trabalhos, de estudos, de exercícios. Tudo! Limpa, cuida. Jogue fora o que não servir mais.

Beba Água. Se ama. E se cuida.

Boa semana pra nós.

Autor:

🌱 Apreciadora de cafés e doces. De poesias, músicas, fotografias, esculturas, artesanatos, pinturas, cores, desenhos, garatujas... Aprecio culturas e artes... flores, passarinhos, plantas, insetos exóticos, peixes, águas. Comungando num rito harmonioso e encantado com a botânica e com as belezas naturais...

2 comentarios sobre “A boa razão das coisas?

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