A vida abrolha de interesses.

Tive um caso amoroso com tio Nie. Nietzsche. Um romance. Um conto erótico. Uma prece na beira da morte. Um buquê de flores aos sábados. Não lembro quando fomos apresentados. Nas aulas de filosofia. Em algum estudo bíblico sobre servidão. Não tenho certezas. Matava a sociologia na cantina, acho que nos esbarramos. Ou foi nosContinúa leyendo “A vida abrolha de interesses.”