Publicado en Chá das Onze

Ínfimo?

O fim, é sempre vindouro.

Atrativo triste, em solidão, os pensamentos. Sem flores, envoltos em abraços.

Na plumagem, a dor, a partida. À vinda.

Singela gratidão esboçada pela nova oportunidade na existência.

É o fim. Em um acordo momentâneo com a eternidade

É alegre, o cunho da elevação, da criança adormecida, e desde do ventre, consciente.

É triste, há presença, em idas e vindas…. o magnetismo provindo, progredindo, honrado. Advêm!

É água derramada. E a presença não alcançada.

Almas, guardadas em profundezas.

Reconhecer o poder, no influenciar, é quase, quase paradisíaco, mas, é ínfimo.

Espero encontrar. Um dia, materializar aromas, escritos, flores, toques, sensações descritas, emoções inexistentes.

Reconhecer o perfume, no tempo.

Talvez, deturpa?

Autor:

🌱 Apreciadora de cafés e doces. De poesias, músicas, fotografias, esculturas, artesanatos, pinturas, cores, desenhos, garatujas... Aprecio culturas e artes... flores, passarinhos, plantas, insetos exóticos, peixes, águas. Comungando num rito harmonioso e encantado com a botânica e com as belezas naturais...

2 comentarios sobre “Ínfimo?

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